Fotos

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09/07/2009

Rio fundo


"Happiness, it hurt like a train on a track"





Afinal qual o problema do ser humano com essa história de falar mal das pessoas alheias?
Eu li na mente e cérebro que contar histórias é parte do nosso ser, até aquelas que são indagações mal feitas a respeito de outrem, acrescentando assim a tal da mentira, ultimamente minha melhor amiga. Ando estudando muito sobre a mentira, quando acontece e para que. Não que eu esteja treinando para passar uma lorota em alguém, mas resolvi fazer minha monografia sobre isso. Não me perguntem o porquê de ter escolhido esse assunto, acho que é porque já me contaram muitas mentiras e já vi fazerem isso com outras pessoas. Mas quem nunca contou uma mentira, não é? Eu já contei, minha mãe já contou, aposto que até o Papá já (desculpa gente, mas ele é ser humano, deve ter contado, mesmo que tenha sido na infância).
Voltando ao tema central, o artigo da revista fala que as histórias nos ajudam a manter indexações sobre o que está acontecendo em nossas comunidades. Não acho que o que aconteça comigo vá influenciar muito a comunidade, principalmente se tiver sido baseado em discursos falsos.
Tudo bem que todos nós falamos da vida dos outros, mas e quando isso influi negativamente em algum relacionamento da pessoa a que nos referimos, será que não é hora de fecharmos o bico e irmos cuidar das nossas medíocres vidas?
A foto desse post é só uma ilustração ao que acontece com pessoas que vivem a custa de mentiras e invenções a respeito da vida dos outros, não que isso seja uma ameaça, não pretendo afogar ninguém, mas quando você permanece inventando falatório e mentirinha, provavelmente afogará a si mesmo num rio de ignorância onde nada mais será visto, além de seus próprios pedidos de ajuda.

08/07/2009

Onde o vento faz a curva


Aderir à moda às vezes não é muito fácil, afinal blog está na moda, mas não é uma dessas coisas que conseguimos entrar de cabeça, assim como uma blusa caída nos ombros (já que a entrada para a cabeça é bem larga e facilita a tal entrada de cabeça), ou um mp200 com manual em japonês que fuçando você acaba entendendo; mas o blog, pode se dizer que seja um gênero evoluído do diário, você coloca um pouco de você nas coisas que escreve, mas não o suficiente como era no diário, afinal tem milhares de pessoas que poderão ler e isso para o ser humano é o mesmo que ter as unhas arrancadas, ou seja, é ter a oportunidade de ser julgado.
Então por que tantas pessoas fazem esse tal de blog? Imagino que seja porque ele reúna duas coisas que as pessoas adoram: Falar sobre si mesmas e se exibirem. Não que essas duas coisas sejam sinônimas, às vezes é. Algumas vezes falar de si mesmo é se exibir, principalmente quando todos nós, sem exceção porque você que está lendo alguma vez na vida fez, começamos a falar de algo que nos orgulhamos com o intuito de ser admirado e até mesmo invejado.
Mas acho que não fiz esse blog com esse intuito (pelo menos eu acho). Faço Letras, esse já é um bom motivo para querer fazer um blog, quer dizer, eu adoro escrever.
Fugindo da ladainha que me afundei nos parágrafos anteriores, andei vendo umas fotos esquecidas nos meus arquivos de email e pensei em falar um pouco sobre elas, postar algumas novas tiradas do nada pela câmera do meu celular, que realmente nunca serviu para nada.
Assim a foto que coloquei hoje é uma homenagem a essa saudade imensa que povoa o meu peito (profundo, hein?!). Saudade de casa, das estradas empoeiradas do Mato Grosso, saudade da visão se perdendo na imensidão do horizonte, dos mares brancos de algodão, do calor ao sair no aeroporto de Cuiabá, de tudo que eu sempre tenho a cada 4 meses de Viçosa. Como os meus 4 meses vão se estender para uns 9, então só tenho as fotos para me apegar. Desse jeito, convido vocês a admirar esse mundão esquecido por Deus e tentar sentir o calor que estava fazendo na hora que tirei essa foto. Não é montagem, essa é uma das inesquecíveis imagens que já tive a oportunidade presenciar lá: Um redemoinho de poeira.